Advocacia exclusivamente previdenciária · Foco em auxílio-acidente
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JBJairo BarcellosAdvocacia Previdenciária

Ficou com uma sequela
depois do acidente?Existe um benefício que o INSS não avisa.

O auxílio-acidente é pago a quem perdeu parte da capacidade de trabalho — e continua sendo pago mesmo com você trabalhando. Veja em um minuto se o seu caso se encaixa.

Mais de 8 anos de atuação
Só Direito Previdenciário
Todo o Brasil, 100% online

Auxílio-acidente

Sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho.

Benefícios por incapacidade

Auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e prorrogações.

Perícia do INSS

Preparação de documentos e orientação antes e depois do exame.

BPC / LOAS

Benefício assistencial para idosos e pessoas com deficiência.

Aposentadorias

Planejamento, revisão e escolha da melhor regra para você.

Pensão e rural

Pensão por morte, salário-maternidade e segurado especial.

Análise inicial gratuita

Quatro perguntas. Uma ideia clara do seu direito.

Responda como se estivesse conversando comigo. No final você recebe uma orientação inicial sobre o seu caso — sem cadastro e sem compromisso.

Pergunta 1 de 4

Você sofreu um acidente ou desenvolveu uma doença por causa do trabalho?

Vale qualquer acidente: trânsito, em casa, no trabalho, esporte. Também vale LER, tendinite e perda auditiva ocupacional.

Pergunta 2 de 4

Depois que o tratamento terminou, ficou alguma sequela permanente?

Sequela é o que não voltou ao normal: dor que não passa, força reduzida, movimento limitado, cicatriz, perda de audição ou de visão.

Pergunta 3 de 4

Essa sequela atrapalha o seu trabalho hoje?

Você demora mais, sente dor, precisa de ajuda, trocou de função ou não consegue fazer tudo o que fazia antes.

Pergunta 4 de 4

Como você contribuía para o INSS na época do acidente?

O auxílio-acidente alcança empregado, trabalhador avulso e segurado especial (rural).

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Acompanhe orientações educativas sobre seus direitos e novidades do mundo previdenciário.

O benefício mais esquecido do INSS

O auxílio-acidente em linguagem de gente

Ele não substitui o salário: ele indeniza o esforço a mais que você faz todos os dias por causa da sequela. Por isso quase ninguém pede — e por isso tanta gente deixa dinheiro na mesa.

50%

Do salário de benefício, por mês

O valor corresponde à metade do salário de benefício calculado pelo INSS, pago mensalmente enquanto o direito existir.

+

Some ao seu salário

É um benefício indenizatório: você recebe mesmo trabalhando de carteira assinada e mesmo em outra função ou empresa.

↦

Até a aposentadoria

É pago até a véspera do início de qualquer aposentadoria. Depois disso ele cessa, mas os valores entram no cálculo do seu benefício.

5

Anos de atrasados

Não há prazo para pedir o benefício. Mas as parcelas vencidas há mais de cinco anos prescrevem — cada mês de espera custa dinheiro.

Como trabalhamos

Você entende cada passo antes de dar o passo

Um caminho previsível, do primeiro contato até o benefício na conta. Você sempre sabe em que etapa está.

Etapa 01

Conversa inicial

Você conta o que aconteceu pelo WhatsApp ou em videochamada. Eu digo com honestidade se há caso — inclusive quando não há.

Etapa 02

Análise dos documentos

CNIS, laudos, exames, boletim de ocorrência e prontuários. É aqui que o caso ganha ou perde força.

Etapa 03

Pedido e perícia

Protocolo no INSS e preparação para a perícia: o que levar, o que dizer e o que nunca minimizar diante do perito.

Etapa 04

Recurso ou ação

Se vier o indeferimento, seguimos com recurso administrativo ou processo judicial, com você informado a cada movimentação.

Atuação
Exclusivamente Direito Previdenciário
Foco principal
Auxílio-acidente e benefícios por incapacidade
Experiência
Mais de 8 anos na área
Base
Goiânia / GO — atendimento em todo o Brasil
Registro
OAB/GO 47031

Quem vai cuidar do seu caso

Dr. Jairo Barcellos

Escolhi um caminho estreito de propósito: só Direito Previdenciário, com atenção especial ao auxílio-acidente. É a área em que o segurado mais perde direito por falta de informação — e a que mais responde a um trabalho técnico bem feito.

São mais de oito anos analisando CNIS, laudos e perícias de trabalhadores de todo o país. Motoboys, pedreiros, costureiras, motoristas, operadores de máquina: gente que voltou a trabalhar com dor e ouviu que “não tinha direito a nada”.

O atendimento é direto comigo, em linguagem simples, por WhatsApp e videochamada. Você não vai receber jargão jurídico — vai receber uma resposta clara sobre o que dá para fazer.

“Primeiro eu digo se você tem direito. Depois a gente fala em processo.”

Perguntas frequentes

O que as pessoas mais me perguntam

Preciso ter sofrido acidente de trabalho para receber?

Não. O auxílio-acidente vale para acidente de qualquer natureza: queda em casa, colisão de trânsito, acidente com arma de fogo, prática esportiva. O que importa é a sequela permanente que reduza a sua capacidade para o trabalho que você fazia.

Posso continuar trabalhando enquanto recebo?

Pode, e é exatamente essa a lógica do benefício. Ele tem natureza indenizatória: compensa a perda de capacidade, não a falta de renda. Você recebe o auxílio-acidente e o salário ao mesmo tempo, na mesma empresa ou em outra.

Quem é autônomo ou MEI tem direito?

Como regra, não. O auxílio-acidente é devido ao segurado empregado, ao trabalhador avulso e ao segurado especial. Contribuinte individual e facultativo ficam de fora. Ainda assim vale a análise: muita gente esteve como empregada na época do acidente e não lembra disso.

Já me aposentei. Ainda dá para pedir?

O auxílio-acidente não se acumula com aposentadoria e cessa quando ela começa. Mas se o acidente e a sequela são anteriores à aposentadoria, é possível discutir o pagamento dos valores daquele período e o reflexo no cálculo do seu benefício. Esse caso precisa de análise individual.

Meu pedido já foi negado pelo INSS. Acabou?

Não. O indeferimento é comum, sobretudo quando a perícia não enxerga a redução da capacidade. Cabe recurso administrativo e, se necessário, ação judicial com perícia médica feita por profissional nomeado pelo juízo.

Quanto custa e como funciona o pagamento?

A análise inicial do seu caso é gratuita. Os honorários são combinados por escrito antes de qualquer providência, dentro dos parâmetros da tabela da OAB, e explicados em detalhe para você decidir com clareza.

Moro longe de Goiânia. Como funciona o atendimento?

Todo o acompanhamento é feito de forma remota, por WhatsApp e videochamada, com envio digital de documentos. Atendo segurados de todo o Brasil — a perícia é que acontece na agência do INSS mais próxima de você.

Fale com o escritório

Conte o que aconteceu. Eu digo se há direito.

Envie uma mensagem no WhatsApp com um resumo do acidente e das sequelas. A primeira análise é gratuita e você recebe uma resposta objetiva sobre os próximos passos.